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Sociedade

Chefe Inês Graça adjunta no agrupamento do Rossio eleita para Junta Nacional dos Escuteiros

27/02/2020 às 00:00
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A Junta Central e o Conselho Fiscal e Jurisdicional do Corpo Nacional de Escutas (CNE) tomaram posse no passado dia 22 de fevereiro para o triénio 2020-2022. As eleições ocorreram no dia 12 de janeiro. Ao Conselho Fiscal e Jurisdicional candidataram-se duas listas, A e B, tendo ganhado a lista A. À Junta Central candidatou-se apenas uma lista intitulada Lais de Guia.

A Chefe Inês Graça que, até agora, era Chefe Adjunta do agrupamento 697, do Rossio ao Sul do Tejo, faz parte da Lais de Guia. A razão do passado no verbo deve-se ao regulamento. Este explicita que um escuteiro que faça parte da Junta Central não pode estar, formalmente, inscrito num agrupamento. A Chefe Inês é agora responsável pela Secretaria Nacional para os Projetos.

Durante a cerimónia tiveram ainda lugar as promessas do agrupamento 1406 de Balasar. Estava assim aberto o mais novo agrupamento do Corpo Nacional de Escutas (CNE). Chefes, lobitos e exploradores colocaram pela primeira vez o lenço ao pescoço. Foi esta a razão para a escolha de Balasar para o local da cerimónia.

No discurso de tomada de posse, o Presidente do Conselho Fiscal e Jurisdicional, António Cerqueira afirmou estar feliz por renovar funções. Partilhou que deixar o mundo um pouco melhor do que o encontraram será aquilo que pautará a ação do conselho. Roubando as palavras a BP no dia em que se celebravam 163 anos do seu nascimento.

Já Ivo Faria, o (novo) Chefe Nacional, também reeleito, resume o porquê de estarem ali em três pontos. O primeiro tem a ver com ser fiel à história do CNE. Daí a frase de mote da lista “Vai aonde queres”. Trilhando um caminho que procura responder às aspirações e necessidades das crianças e jovens do CNE. O segundo porquê tem a ver com aproveitar os dons e capacidades de cada um. Sendo nesta construção e descoberta que está o crescimento. E por fim os nós que unem, porque um caminho nunca se faz sozinho. Sendo nos agrupamentos, regiões e núcleos que se faz escutismo e é com e nelas que o CNE se concretiza como movimento.

Desta vez sou eu quem rouba as palavras ao Chefe Nacional: juntam-se mochilas, varas e nós. Nasce um novo ciclo. Um ciclo de redobrada entrega, partilha e conquista. Renovam-se os votos de disponibilidade para o serviço. Um serviço que constrói um mundo melhor, levando pela mão um velhote que há uns dias teria feito 163 anos.

Filipa Fernandes Neto

 

 

Inês Graça com o Chefe Miguel Bruno, do Agrupamento de Rossio ao Sul do Tejo (à esquerda)

 

Equipa da Junta Central do CNE que tomou posse no sábado 

Santuario Alexandrina de Balazar