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Região

CIM do Médio Tejo reconhece a importância e necessidade da abertura da Casa-Memória de Camões

5/03/2019 às 00:00
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O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), reconheceu a importância que a Casa Memória de Camões, em Constância, terá para o futuro do turismo na região e defendeu a sua abertura.

A Casa – Memória de Camões foi erguida segundo um projeto da Faculdade de Arquitetura de Lisboa, com obras iniciadas em 1991, que se arrastaram por vários anos, devido a dificuldades sentidas para reunir os financiamentos necessários a tudo o que envolve um projeto desta envergadura.

Em comunicado, a CIMT explica que “esta Casa nunca chegou a abrir ao público por não dispor de conteúdos adequados para cumprir, com dignidade que se impõe, o seu papel, que para além de preservar, valorizar e divulgar a relação de Camões com Constância, se traduz, não só num polo de cultura, como também, num polo de atratividade turística da nossa região”.

A atual Direção da Casa – Memória de Camões tem envidado todos os esforços no sentido de sensibilizar o Governo Português quer junto da Presidência da República, quer junto dos nossos deputados, e até mesmo junto do Ministério da Cultura, para que possam ser reunidas as condições necessárias no sentido de dotar Constância e o País com uma Casa-Memória de Camões aberta ao público e em pleno funcionamento, digna do nosso maior poeta Português”, lê-se no comunicado.

Em sede de reunião do Conselho Intermunicipal do passado dia 28 de fevereiro, os autarcas do Médio Tejo, “associaram-se a Constância e ao seu presidente de Câmara, deliberando por unanimidade o reconhecimento e a premente necessidade da abertura desta Casa. Consideraram que este investimento não se confina apenas e só ao concelho de Constância, realçando todas as potencialidades que poderá trazer para a nossa região. Mais, a sua abertura ao público e o seu funcionamento, com visitas guiadas, com um serviço educativo e um programa de atividades vasto, trará certamente um novo ímpeto à nossa região e ao nosso país”.

Não existe nenhum espaço físico em Portugal que seja exclusivamente dedicado à memória daquele que é o poeta maior da língua portuguesa. Por todas estas razões, “tornam público esta tomada de posição, tornando-se solidários com o autarca Sérgio Oliveira, esperando que esta Casa – Memória possa ser efetivamente aberta ao público com toda a dignidade que ela merece. Um benefício para todos na região do Médio Tejo e no País”, conclui a nota.