Covid-19: Portugal com 148 mortos e 10.698 casos, novo máximo de infeções

2021-01-14

Na região Centro registaram-se mais 2.128 casos, acumulando-se 67.312 infeções e 1.298 mortos.

No Alentejo foram assinalados mais 520 casos, totalizando 16.725 infeções e 356 mortos desde o início da epidemia em Portugal.

A região do Algarve tem hoje notificados 400 novos casos, somando 11.382 infeções e 101 mortos.

A Madeira registou 61 novos casos. Esta região autónoma contabiliza 2.317 infeções e 22 mortes devido à covid-19.

Na Região Autónoma dos Açores foram registados 57 novos casos nas últimas 24 horas, somando 2.782 infeções e 22 mortos.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 232.948 homens e 284.689 mulheres, referem os dados da DGS, segundo os quais há 169 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que estes dados não são fornecidos de forma automática.

Do total de vítimas mortais, 4.360 eram homens e 4.024 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguido da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.

Entre os 50 e os 79 anos já morreram desde o inicio da pandemia 2.641 pessoas (1.735 homens e 906 mulheres).

Na faixa etária entre os 40 e os 49 morreram 52 homens e 27 mulheres, entre os 30 e os 39 há registo da morte de nove homens e sete mulheres e entre os 20 e os 29 anos os dados apontam para a morte de três homens e três mulheres.

Já no que respeita à faixa etária entre os 10 e os 19 anos há registo da morte de um homem e de uma mulher, desde o inicio da pandemia em março, e dos 0 aos 9 anos verificou-se até agora a morte de uma menina.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.979.596 mortos resultantes de mais de 92,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Lusa