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26 set 2021
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Covid-19

Covid-19: Mais 2.706 novas infeções, quatro mortes e três pessoas internadas

20/07/2021 às 15:14
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Portugal registou nas últimas 24 horas 2.706 novas infeções por SARS-CoV-2, quatro mortes atribuídas à covid-19 e mais três internamentos com a doença, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

Hoje estão internadas 854 pessoas, mais três do que na segunda-feira, e 177 estão em unidades de cuidados intensivos, de onde saíram quatro pessoas nas últimas 24 horas.

A maioria das novas infeções por SARS-CoV-2 (1196) regista-se hoje na região de Lisboa e Vale do Tejo, enquanto no Norte há mais 953 pessoas contagiadas.

Desde o início da pandemia, já foram diagnosticadas 935.246 pessoas com o SARS-CoV-2.

As quatro mortes das últimas 24 horas registaram-se nas regiões de Lisboa (duas), Algarve (uma) e Norte (uma).

Segundo os dados da DGS, até agora, morreram em Portugal 17.219 pessoas vítimas de covid-19: 9.038 homens e 8.181 mulheres.

De acordo com a autoridade de saúde, Portugal tem agora 50.487 casos ativos (menos 1.749), tendo recuperado da infeção nas últimas 24 horas mais 4.451 pessoas, o que aumenta para 867.540 o número de recuperados desde o início da pandemia.

O número de contactos em vigilância está nos 80.940, mais 1.057 dos quais nas últimas 24 horas.

A região de Lisboa e Vale do Tejo contabiliza agora 365.811 casos de infeção e a região Norte, 362.993, refere a DGS.

No Centro registaram-se 219 novos casos (126.779 no total), no Alentejo há mais 77 casos (32.541 no total), no Algarve 199 novas infeções (total de 29.967), na Madeira 39 novos casos (10.286) e nos Açores mais 23, para um total de 6.846.

Lisboa e Vale do Tejo é a região com mais óbitos (7.343), seguindo-se o Norte (5.382), o Centro (3.035), o Alentejo (976), o Algarve (378), a Madeira (70) e os Açores (34).

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação disponibilizada no boletim da DGS.

A fatia maior de novos contágios situa-se em pessoas com idades entre os 20 e os 29 anos (643), seguindo-se a faixa 30-39 anos (517), 40 aos 49 (413), 10 aos 19 (402), até aos 9 anos (238), 50 aos 59 (221), 60 aos 69 (124), 70 aos 79 (81) e mais de 80 anos (67).

Nas últimas 24 horas morreram duas pessoas com idades entre os 60 e os 69 anos, e duas com mais de 80 anos.

Variante Delta responsável por 100% das infeções no Alentejo, Açores e Madeira

A variante Delta do vírus SARS-CoV-2 é responsável por 94,8% dos casos de infeção em Portugal e já atinge uma prevalência de 100% no Alentejo, nos Açores e na Madeira, indicam os dados do INSA.

Segundo o relatório sobre a diversidade genética do novo coronavírus do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgado, esta variante, associada à Índia e considerada mais transmissível, continua a ser “dominante em todas as regiões” do país.

Em Lisboa e Vale do Tejo, a Delta foi, entre 05 e 11 de julho, responsável por 97,2% dos casos de infeção, enquanto no Norte a prevalência foi de 87%, no Centro de 96,3% e no Algarve de 94,1%, refere o INSA.

O relatório avança ainda que, relativamente à mutação adicional desta variante conhecida por Delta Plus, tem apresentado uma tendência decrescente, não tendo sido detetado qualquer caso nas últimas duas semanas para além dos 56 já registados anteriormente.

Quanto à variante Alpha, associada ao Reino Unido e que já foi a predominante em Portugal, representa agora apenas 4,4% dos casos de infeção no país.

De acordo com o INSA, a frequência das variantes Beta e Gamma, originárias da África do Sul e do Brasil, respetivamente, mantém-se baixa e sem tendência crescente, e não se registou em Portugal qualquer caso da Lambda, variante que apresenta uma grande circulação no Peru e no Chile.

Desde em abril de 2020, O INSA já analisou 11.929 sequências do genoma do novo coronavírus, obtidas de amostras colhidas em mais de 100 laboratórios, hospitais e instituições, representando 295 concelhos de Portugal.

Em junho, o instituto anunciou um reforço da vigilância das variantes do vírus que causa covid-19 em circulação em Portugal, através da sua monitorização em contínuo.

Esta nova estratégia permite uma melhor caracterização genética do SARS-CoV-2, uma vez que os dados serão analisados continuamente, deixando de existir intervalos de tempo entre análises, que eram dedicados, essencialmente, a estudos específicos de caracterização genética solicitados pela saúde pública.

No âmbito desta monitorização contínua, o instituto tem analisado uma média de 570 sequências por semana desde o início de junho, abrangendo uma média de 110 concelhos de todo o país por semana.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.219 pessoas e foram registados 935.246 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

 

C/ Lusa e DGS