Pesquisar notícia
segunda,
27 set 2021
PUB
Concelhos

Incêndios: Não há frentes ativas no concelho de Abrantes mas mantem-se a vigilância

18/08/2017 às 00:00
Partilhar nas redes sociais:
Facebook Twitter

No concelho de Abrantes, mais propriamente na freguesia de Mouriscas, “a esta hora (11 horas) não temos nenhuma frente ativa, temos muitos pontos quentes ainda e o que nos encontramos a fazer no teatro de operações é consolidação, é rescaldo, é vigilância, nomeadamente com os meios terrestres mas também com meios aéreos, para evitar que no período mais crítico, a partir do almoço, possamos ter reacendimentos e voltarmos a ter uma tarde e uma noite como foram as anteriores”, afirmou a presidente da Câmara Municipal de Abrantes.

Relativamente aos três bombeiros feridos da Corporação de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque esclareceu que um dos bombeiros “sofreu queimaduras com água quente mas são queimaduras ligeiras e o bombeiro já regressou a casa”.

“Temos dois bombeiros que foram igualmente assistidos mas por exaustão, foi cansaço. Um deles já voltou a casa e o outro, uma bombeira, o médico decidiu que iria descansar no hospital. Não são situações graves mas são lamentáveis. Estamos a falar de homens e mulheres que têm dado tudo durante horas e dias a fio para protegerem as nossas populações e os seus bens”, acrescentou.

A presidente do Município adiantou também que “tivemos ainda um outro ferido, que teve uma pequena queimadura e foi resolvido no próprio teatro de operações”.

Devido às condições climatéricas que se alteram habitualmente depois da hora do almoço, a autarca afirmou que “não estamos tranquilos ainda mas estamos atentos, estamos vigilantes e estamos preocupados porque as temperaturas estão a subir, o vento faz-se sentir e isso não nos pode descansar”.

Quanto ao regresso a casa das pessoas que foram retiradas, por precaução, das suas habitações e que ficaram alojadas no Regimento de Apoio Militar de Emergência, em Abrantes, Maria do Céu Albuquerque prefere não adiantar uma data pois, como afirmou, “são pessoas idosas, são pessoas com mobilidade condicionada ou acamados e nós só o faremos a partir do momento em que este incêndio for dado como em resolução. Enquanto isso não acontecer, não o vamos fazer”.